
Pena que na vida real não existe um "apagador de memórias", seria tudo mais simples.
Clementine é muito corajosa, (ou covarde soaria melhor?) por ter feito algo assim. Foi a maneira mais fácil que encontrou de não sentir "dor".
Mas nem sempre esquecer é a melhor saída.
Contraditório isso, I know.
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