Numa era onde a futilidade se destaca, poucos dão valor ás pequenas coisas da vida, ás coisas simples.
Pessoas de alma, que ficam encantadas com o simples canto dos pássaros, a agilidade e leveza de um beija-flor, a liberdade de uma borboleta, o soprar do vento, com as gotas puras da chuva, com a magia e o mistério da noite, ou até mesmo o calor do sol.
Pequenos detalhes, mágicos e bonitos, que o dinheiro jamais irá comprar.
Roupa, sapatos, grife? Pra quê?
Se o mais belo está lá fora, e de graça.
Quem dera se todas as pessoas dessem mais importância aos detalhes, o mundo seria menos medíocre, e as pessoas mais felizes.
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