Não sou tua.
Nunca fui, e nunca serei.
Sou minha, só minha e de mais ninguém.
Pode ser que tenha algum sentido nessas palavras.
Pode ser que pareça meio cruel, meio egoísta.
Ou apenas normal e sensato.
Há muitas coisas que gostaria de entender, mas não há como, sempre quando estou chegando lá, me perco e não consigo me achar mais.
Talvez não queira me achar, viver se perdendo é mais divertido e confortante.
“Pertencer á alguém” é algo que nunca me agradou. Nascemos pra ser livres fazer nossas próprias escolhas, decidir por qual caminho seguir, ou apenas se perder no meio do percurso. E só de pensar no fato de me “dividir” com alguém, dá náuseas.
Soa meio egoísta, talvez esteja em uma fase egoísta da minha vida. Que só quero pensar no que é melhor pra mim, para o meu futuro. Talvez esse seja o momento “crucial”, em que devo depositar todas minhas “fichas” e ver no que vai dar.
No momento não há espaço pra mais ninguém, não quero ter que me preocupar com alguém... Com o que fulano irá achar, ou fazer. Sempre vivi bem assim, não será diferente dessa vez. A minha hora irá chegar, a de todo mundo chega.
A hora de deixar o egoísmo de lado. Mas a hora não é essa.
Então não venha me dar supostos conselhos, ou tentar me dizer o que fazer.
Quando não se sabe o que fazer da própria vida, como opinar na vida de alguém?
Não me chame de tua, soa meio patético.
Nunca quis vingança, mas no meio do caminho me perdi e confundi tudo.
Agora sou eu que não darei explicações.
Não me ligue nunca mais.
Não me chame de “tua”.
Foi apenas um “sonho bonito”.
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