Oh, que saudades de minha infância
Da melhor fase de minha vida,
Da despreocupação que tinha!
Que os anos levam pra longe de mim
Todos os sonhos sem fim
Os aromas que vinham do jardim!
Das brincadeiras fabulosas
Das crianças curiosas,
Que apenas queriam se divertir!
O céu de um azul que nunca mais vira,
Os lírios mais belos que um dia toquei!
A inocência era o que mais importava
Oh, que saudades de tempos assim
Onde não se via maldade em ser algum!
Que época boa, que lua linda
A grama macia e confortante
A paisagem era deslumbrante!
Nuvens formavam desenhos
Beijos eram puros e doces,
Que sentíamos com a brisa da noite!
Oh, que lua cheia mais cheia,
De sonhos e esperanças
Que se moviam como numa dança!
Primavera, a mais linda
A estação em que mais havia brincadeiras.
Oh, que infância mais bela
Aproveitada com muita intensidade
Onde a maldade não existia!
Sonhos e mais sonhos
Tudo era motivo de alegria,
Cada sorriso fazia o dia.
Oh, que saudades de minha infância
Que se foi com o amanhecer do dia.
(inspirado em ‘Meus Oito Anos’, de Casimiro de Abreu)
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